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Um pouco de música, jornalismo, entrevistas e análises do cotidiano


Nem sempre ter tudo, é realmente ter tudo...

 

Enquanto aproveitava os minutos de folga para entrar nos meus e-mails, vejo uma chamada para a uma matéria onde aparecia Britney Speas chorando e dizendo ser uma pessoa solitária. É triste sabermos que uma pessoa pode ter tudo aparentemente perfeito, e ver que na realidade nada é assim, todo mundo, mas todo mundo mesmo, tem seus problemas, e parece que quanto mais se tem materialmente, menos se tem emocionalmente...

Sempre tento me imaginar do outro lado, do lado da pessoa, e imagino o quanto dever ser horrível ter sua vida invadida, ver o tempo todo notícias sobre você, que não necessariamente são verdadeiras, enfim, você acaba se tornando refém da imagem que criaram de você, e não consegue se desvincular disso.

 

Matéria

http://revistaquem.globo.com/Revista/Quem/0,,EMI18308-9531,00-BRITNEY+SPEARS+CHORA+E+DIZ+QUE+SE+SENTE+SOZINHA.html

 

Pensemos bem antes de querer ser isso ou aquilo, e de ficarmos sonhando com uma vida glamurosa, de fama, dinheiro etc...

 



Escrito por Rafaela Abreu às 18h46
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Crise existencial de proletariado...

 

Essa semana debatia com o meio chefe, digamos assim, sobre a crise que algumas pessoas têm de ser proletário e tudo mais... Sim existem algumas pessoas que colocam na cabeça que são meros funcionários e dessa maneira não crescem e não deixam à empresa crescer também, acabam tornando-se uma pedra no sapato dos seus chefes. Bem, eu passo pelos dois lados, o de ser uma mera e simples funcionária, e vejo o outro lado de ser geradora de emprego pelo meu pai, e sei bem o quanto é difícil essa relação patrão-empregado. É         evidente que alguns dias quando acordo cedo, cansada, pensar isso ou aquilo outro, mas não tiro da minha cabeça que provavelmente meus chefes lutaram muito para chegar aonde chegou, e que não é culpa dele alguns dos problemas os quais os seus funcionários passam. Uma grande parte da parcela de culpa é infelizmente do governo, que cria tantos empecilhos, tantos impostos que obrigatoriamente isso tem que ser repassado para os funcionários, ou proletários como vocês queiram chamar. E outra coisa, o resultado da empresa está diretamente ligado à produtividade e qualidade dos serviços prestados pelos seus funcionários, é um ciclo vicioso,  quanto mais eu der de mim, melhor pode ser o meu resultado no fim do mês, se é que vocês me entendem. E acima de qualquer coisa, o mais importante de qualquer coisa dessa vida é fazer da melhor forma possível, temos que deixar marcas em qualquer lugar que passemos. Claro, sempre boas marcas. Enfim, a se pensar e a dialogar mais, mas o tempo é curto meus caros...

Beijos

Escrito por Rafaela Abreu às 17h23
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Em tempos de cirurgias plásticas e silicones... Eis que mais uma vez eu me surpreendo com a falta do que fazer dos cientistas. Deve ser algo do tipo - ‘ Ai que porre! “Não fazemos nenhuma descoberta, nenhum estudo, então, vamos pesquisar alguma coisa para no final nos rirmos”.

 

 

Fonte: www.oglobo.com.br

 

Até mais...

Beijos



Escrito por Rafaela Abreu às 20h03
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Quanto mais informação mais confusão...

 

Em meio à crise econômica mundial, que muitos ainda acham que esta somente nos Estados Unidos, nós simples mortais estamos também em meio de uma chuva com direito a meteoros de informações. Meu Deus são milhões de notícias, e muitas se contradizem. Essa semana mesmo, eu estava pensando em começar a juntar dinheiro para comprar um notebook, e como eu trabalho com matérias de centros econômicos, pude ver que muitos economistas indicavam que este era o melhor momento para comprar, já que essa instabilidade do dólar gera especularão e incerteza com relação ao valor da moeda, então, logo no futuro, deve aumentar os produtos para o consumidor final, e por tudo isso seria melhor comprar tudo agora. Comecei o planejamento monetário, de quantos meses de trabalho eu demandaria para pagar o pequeno notebook e outras coisinhas mais, sempre contando com os imprevistos que sempre acontecem. Eis que eu malandramente, depois de ler muiiito e vários meios de comunicação diferente, chego à conclusão de que esse não é o melhor momento de comprar nada, e claro, isso depois de ver o desespero do nosso presidente louco da Silva Sauro Lula pedindo à população que compre somente o necessário.

Com isso tudo, veio na minha cabeça que nem sempre tanta informação é favorável a nós simples pessoas que gostam de sentir-se bem informado. Isso porque cada um tem seu ponto de vista, e fora aqueles que estão sempre à procura dos seus 15 segundos de fama, nem que seja falando bobagens por aí. Então, fiquem de olho, e pensei dez vezes antes de tomar qualquer atitude achando que está bem informado.

Beijos,

Rafaela



Escrito por Rafaela Abreu às 21h44
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Mau-humor, homens e Machado de Assis...

 

Mais uma semana se passou, e eu nem senti. Comum, ainda mais agora trabalhando. Não, eu não estou reclamando, muito pelo contrário, eu acordo todos os dias com sono, com olheiras a la panda, tonta, mas agradecendo a Deus. Nem às duas horas de ônibus, alguns trabalhadores não exemplares tentando dar uma de proletariado marxista(fajuto ainda por cima), e com a mesma lógica de bandido, me fazem desanimar. Mas tem uma coisa que não estou entendendo, meu péssimo mau-humor voltou, e agora com força maior. Sábado foi dia de fazer compras em três supermercados diferentes, coisas doidas do meu pai, que resolveu dar uma festa  e um jantar no seu aniversário.  A parte boa é que eu explorei até o último centavo, com direito a pausa para Cappucino e tudo.

O problema é que todo mundo passava olhava para a minha cara, e meus pais resolveram tirar o dia para perturbar-me.  A coisa foi tão séria, que minha mãe me mandou a merda umas três vezes, e olha que quando ela fala palavrão é porque a coisa está séria. Meu pai é mais tranqüilo, só me deu um aviso – Dona Rafaela, a senhorita está muito abusada - momento de parar e analisar, - eu estou passando dos limites. Mas Jesus Cristo, qual é o problema comigo, que todos os seres passam e me encaram, o pior é que sem restrições de homens a mulheres, passando por idosos e crianças. Ok! Sem problemas, é só usar minha tática infalível, olhar de cara feia, e assim constranger as pessoas, que tudo se acerta. Depois dos supermercados, eu me deparo em uma loja de móveis com a revista Época com a capa de Machado de Assis. Fui correndo e falando - “olha Machadinho na revista!”, eu vi umas pessoas me olhando, mas que se dane, eu sou íntima de Machado, dá licença, eu posso!(Risos). Comecei a ler e a murmurar, que absurdo como falam assim de Machadinho... A revista traz a tona um Machado de Assis mulherengo, ambicioso, inescrupuloso, e tudo mais que se pode imaginar. Não teve como eu parar e pensar, para que isso? Que se dane se ele tinha outras mulheres, e que como todos nós, pensamos em subir na vida, se você não pensa, o errado é você. Ele é humano, e como todos nós, tem desvios de personalidade, extinto animal, e zilhões de problemas, que por mais que lutemos contra eles, eles sempre  estarão por perto. Há outro porém, é inegável que nós seres humanos gostamos de baixar a moral dos nossos ídolos, talvez assim nos sintamos iguais a eles, no mesmo patamar, e na mesma hierarquia, mas para que isso? Quando fiz a minha monografia, a maioria dos entrevistados falaram que compravam mais as revistas quando tinham coisas ruins em suas capas, e é assim com os jornais também, vendem sempre mais quando trazem matérias negativas, vide o sucesso de jornais sensacionalistas ao extremo, como “O Povo” e outros meios. E não me venham com a desculpa que a mídia é culpada, só está da maneira que parece ser porque nós (público) compramos. Confesso que fiquei curiosa, mas fiz meu papel como fã de Machado de não comprar a revista, e também de duvidar dos parâmetros da matéria, já que não há um dos princípios básicos do jornalismo - ver todas as partes que interessam, pois Machado morreu há 100 anos, e não há parentes próximos ou pessoas que conviviam com ele para afirmar ou negar os fatos que comprovariam a manchete da revista.

Bem, seja como for, o que quero dizer é porque a necessidade de falar tantas coisas de Machado, e que falemos a verdade, não nos interessa. O que importa é a sua obra, sua história de vida, não é para qualquer um ser razoavelmente pobre, negro, com sérios problemas de saúde, e vir a ser um dos nossos melhores escritores. Simplesmente foi um cara que deu a volta por cima, foi além do seu tempo, com uma visão única, e que possuía uma maneira peculiar de escrever, e outras coisas que eu passaria o dia todo aqui escrevendo... Viva Machado de Assis sempre, e não somente no centenário de sua morte. Leiamos sua obra, aprendamos mais com sua história, e menos fofoca por favor!

Para finalizar, mais uma pergunta - Sim eu quebro muitas regras do jornalismo, onde deveríamos responder as questões dos leitores, mas eu não quero esclarecer, eu estou aqui para confundir... Por que os homens não sabem guardar para si seus extintos animais? Eu entendo que quando uma mulher que o atraia passe, ele olhe e tudo mais, até mesmo porque quando passa um homem bonito eu olho também, ou quando passa uma mulher bonita, eu olho e penso - eu queria ser assim. Agora qual a necessidade de falar besteiras ou fazer como um homem hoje? Veio até o meu ouvido e exclamou - que tesão! Não há necessidade disso, ou ele acha que irá conquistar alguém desse jeito? Olhe e fique na sua, até mesmo porque a vontade que eu tenho é de tacar a mão na cara do indivíduo. Sim eu falei que estava mal-humorada.

Um pedido para finalizar realmente. Esse texto deve ter um errinhos de pontuação, mas eu fiz correndo e sem pensar muito, já que eu estou muito cansada e com dor de cabeça...

Beijos em todos, e até mais ver.

 

Crise global se agrava. Em NY, índice Dow Jones caiu quase 7%, no maior tombo em pontos da história. Bolsa de SP chegou a parar, e tem sua maior baixa em 10 anos.

Onde a economia vai parar? Confesso que estou com medo!

http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/09/29/sem_pacote_anticrise_bovespa_cai_9_36_dolar_tem_maior_alta_em_6_anos_dow_jones_fecha_na_maior_queda_de_sua_historia_-548447870.asp



Escrito por Rafaela Abreu às 19h56
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Emprego novo e milhões de perguntas

Depois da saga de arranjar emprego, uma nova começa - a odisséia do que falar, do que fazer, e de como se comportar. É sempre complicado entrar em qualquer ambiente novo ao qual você não está habituada, ou que não conhece mesmo. Você vê que as pessoas te olham, algumas conversam e outras simplesmente ignoram, essas ultimas são sempre engraçadas, porque te ignoram, mas ao mesmo tempo olham discretamente. Eu particularmente não forço nada, sou eu mesma ali dando a cara a bater, mas sempre fica a dúvida se não estou sendo simpática demais, aliás, isso é um problema sério demais na minha vida, ter simpatia é muitas vezes confundido com milhares de características. Ainda há pouco mesmo, minha mãe alertava-me sobre isso, e isso complica a minha vida. Não sou das pessoas mais tímidas, na verdade eu forço-me a não ser, para esconder outras características, como a própria timidez.

Tem também a adaptação de trabalho mesmo, o aprendizado de toda rotina administrativa e operacional, claro, há também a flexibilidade dos horários, dos ônibus, enfim de tudo que começa na fase nova de sua vida. Nesse momento eu só penso em traçar metas, e desenvolver o caminho com o qual eu seguirei, nas rotinas e as estratégias.  Pode parecer doido, mas tudo nessa vida temos que colocar claramente tudo isso, para muitas vezes agüentarmos até certas coisas que surgirão, e essas você sabe que irão vir, mas quer que elas nunca venham. Disso tudo só tenho uma coisa a dizer, meus chefes são todos iguais? Super brincalhões, e ao mesmo tempo que me intimidam! Eu gosto disso, me força a ser melhor e a repensar meu comportamento.

Outra coisinha, em dias de emprego descobri como os meios de comunicação complicam a vida dos seus leitores, e eu pergunto - para que?

 

Esse texto é um esclarecimento do meu sumiço dos Blogs, Orkut, Messenger, e-mail... Aos poucos eu me acostumo, e digo que tem Layout novo e duas entrevistas boas no forno.

 

Até mais!



Escrito por Rafaela Abreu às 21h42
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Um 11 de setembro diferente...

Bem, como todos sabem hoje completam 7 anos do atentado ao World Trade Center nos Estados Unidos e blá blá blá. Eu não sou nenhuma anti-americanismo, mas também não sou do tipo que anda por aí com blusas escritas “I love NY”, e creio que foi um dia triste sim, por mais que outros milhões de outros dias tristes ocorreram por aí por causa dessa mesma nação. É inegável, centenas de outras pessoas morreram em atentados e guerras estúpidas como conseqüência das idiotices americanas, mas eu ainda sou do tipo que acredita “ninguém tem o direito de tirar nenhuma vida”, e o mal não se combate da mesma forma. Também tenho a idéia que toda guerra é uma estupidez. Então, hoje é sim um dia que devemos parar e analisar, ter como referência da forma errada que alguns governantes ou pessoas têm de comandar as suas próprias vidas e a dos outros também. Já ouvi alguns anti-americanos falarem “bem feito, menos americanos bestas e estúpidos no mundo”, mas ali não morreram só americanos - morreram brasileiros, espanhóis, portugueses, e claro americanos. Fora que alguns presentes ali não concordavam com o governo Bush ou com qualquer violência contra os outros povos, nem todo mundo é igual, não dá para achar, por exemplo, que todas brasileiras são galinhas e belas, há muitas, mas nem todas são dessa forma.

Outra coisa, não sei se foi só na minha vida, mas o 11 de setembro marcou de alguma forma quase todo mundo. Eu, por exemplo, estava no restaurante ao lado do colégio, vendo os noticiários, lembro que meu irmão foi me buscar no colégio com medo de ser uma Terceira Guerra Mundial. Meu pai estava na Europa, e todos nós em casa desesperados pela proximidade, e de fato meu pai conta que foi terrível. Ele estava no aeroporto da Espanha, quando começaram a cancelar todos os vôos, e todos estavam desesperados. Nesse desespero muito malas foram extraviadas, a do meu pai foi tão arremessada de um lado para o outro, que quebrou o licor Drambuier, para quem não sabe é aquele licor caríssimo feito de malte de whisky, até hoje meu pai chora a morte dele e a da garrafa de bagaceira que minha mãe quebrou quando lavava a varanda. Foi um corre daqui, corre dali em todos os lugares, o medo era de todos, dos mais velhos era ainda pior, pois ainda pegaram o resquício da Segunda Guerra. Na minha casa passamos o dia tentando falar com o meu pai e não conseguíamos, e víamos os noticiários, minha mãe rezava, a vizinha chorava... total desespero e um momento cheio de incertezas.

Um bom documentário é o 11'09"01 ou September 11, onde têm a compilação de 11 documentários sobre o 11 de setembro. O melhor mesmo é o da visão dos bombeiros para os atentados, aliás, por uma concidencia enquanto filmavam a  chegada de novos membros na corporação, e só pegaram o exato momento do choque do avião na torre, por  causa de uma denuncia feita de que havia vazamento na tubulação em frente ao World Trade.

 O que posso pedir hoje, é que a estupidez humana diminuia para que novos atentados não aconteçam novamente.



Escrito por Rafaela Abreu às 20h51
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Estamos tão longe à procura de quê, e o pseudo fascínio do jornalismo.

   Sempre que me pego querendo tudo ao mesmo tempo agora ou querendo tudo e ao mesmo tempo nada, eu paro e penso: Aonde você quer chegar? Já repararam que queremos tantas coisas, fazemos tantos planos, consumimos tanto para praticamente nada? Ou às vezes nos pegamos querendo coisas que não são nossas verdadeiras vontades, e sim queremos por influência de vários agentes externos? Realmente estamos em um ritmo tão acelerado de vida e de consumo, que não nos questionamos o verdadeiro querer e as necessidades realmente necessárias – não, não é uma redundância. Na maioria das vezes o necessário não é tão importante assim, vejam isso quando vão fazer compras, por exemplo, você saí catando tudo que vê pela frente, depois percebe que parte do que você comprou estragou - isso já aconteceu muito aqui em casa, mas ultimamente estamos fazendo um racionamento de tudo, não por questões financeiras, mas sim por questões ecológicas e comportamentais. Depois de um tempo percebe o quanto você gastou desnecessariamente. É assim também com roupas e sapatos, graças a Deus esse mal não me acomete, eu nunca liguei muito para roupas, até mesmo porque tenho um grande mal - eu quando gosto de algo uso até rasgar ou desbotar, mas em compensação sou uma amante de informática e maquiagens, agora mesmo estava pensando em cometer o suicídio de pagar um absurdo por um lápis de olho, coisa que eu não posso usar porque sou alérgica.

Por que estamos correndo tanto e esquecendo coisas básicas como descansar, amar( não necessariamente o amor homem-mulher, mas o verbo de forma abrangente), cuidar do nosso corpo etc.?

Um vídeo bem interessante do Gnt http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM877211-7822-SAIA+POR+AI+COM+ELIZA+CAPAI,00.html

 

Respondam-me aonde vocês querem ou pensam em chegar?

 

 

 

Em tempos onde as instituições estão de mal a pior e a imprensa tornou-se o quarto poder, é cada vez mais comum ver as pessoas querendo ser jornalistas. Ou em uma passagem por alguns Blogs de jornalistas que estão em evidência, você vê pessoas e mais pessoas falando que vão entrar na faculdade de comunicação social. E eu me pergunto - Será que essas pessoas tem noção do que é a profissão, a realidades e impasses que essa classe está passando? Tenho certeza que não!

Para quem não sabe esse ano ainda, na verdade já era para ter acontecido, haverá mais uma eleição pelos grandões que governam nosso país, se a profissão de jornalista continua a obrigatoriedade do diploma e se fecham ou não as faculdades de jornalismo. Esse impasse é antigo, e eu, por exemplo, cursei dois anos de faculdade sem ser obrigatório o diploma. Eu fiz porque amava mesmo a profissão e sabia que era um diferencial eu ter o diploma. Quando comecei a faculdade, isso no ano de 2004, as turmas de jornalismo e publicidade eram de 60 pessoas, um por um foram saindo, no final sobraram dez no máximo. Nas conversas de corredor era comum ouvir “há eu não sei o que vou fazer mesmo, então eu falo pelos cotovelos, logo, eu vou ser uma boa jornalista”, e depois de um tempo era só lamentação - eu vou trancar a faculdade, esse curso é um porre. O que acontecia era que os primeiros dois anos da faculdade era teoria pura e história da comunicação, a idéia da faculdade era criar formadores de opinião, assim com censo crítico, e a maioria daquelas pessoas não tinham idéia do que estavam fazendo ali. Atualmente algumas faculdades mudaram a técnica, agora para não perderem alunos, as matérias mais críticas e teóricas ficam no final do curso, aí a pessoa já pagou mesmo quase três anos de faculdade, e tranca no final, mas o lucro deles já  está garantido.

Esse ano o curso mais disputado nas faculdades foi jornalismo, e eu me pergunto novamente – Onde vão entrar tantos profissionais? Não temos milhões de meios de comunicação e nem empresas que necessitem do serviço desse profissional, além disso, os profissionais mais antigos estão aí no mercado, muitos não por amor, mas por necessidade, já que muitos não tem carteira assinada, trabalham em forma de contrato, então parar é ficar sem dinheiro e sem os benefícios que são oferecidos a eles. E quanto aos novos jornalistas, estão em sua maioria desempregados ou estão ganhando aí por volta de 500,00 reais em “semi-estágios”, hoje mesmo recebi um e-mail com a proposta de jornalista aqui no Rio para ganhar 400,00 reais.

E muita gente acha que a profissão é glamurosa, mas não tem nem um pinguinho disso. Quem trabalha em redação passa o dia todo ali na frente do computador, intercalando com externas, onde geralmente encontra pessoas antipáticas, chatas, e que odeiam jornalistas. Voltando para a redação vai encontrar um redator chato, que vai ser um “amor de pessoa” que em cada duas palavras ditas, essas duas são palavrões, ou vão querer que você apure coisas doidas e desnecessárias, na televisão também é assim. E não pense você “ah! Mas e a Fátima Bernardes, a Glória Maria...” são duas entre bilhões de profissionais, e elas são do tempo que bastava ter o rostinho bonito ou ter cara de pau que você era contratado.

Outro problema é que a maioria dos profissionais não tem tempo para os maridos, esposas, filhos, são cheios de problemas de saúde, e estão na pindaíba, não pensem vocês que a vida de jornalista é aquela da novela “A favorita”...

Não estou dizendo aqui que não sigam a profissão, quem realmente gosta e tem em mente tudo isso, mas mesmo assim ama o jornalismo como arte, aí deve mesmo fazer faculdade, cursos e tudo mais. Ah sim, para mim jornalismo é arte e jornalista é sim artista, diferente do que muitos falam... O jornalista não é celebridade, famoso, isso sim ele não é e nem deve ser, mas artista no sentido real da palavra, aquele que faz arte, e não o que hoje temos em mente que artista é aquele que aparece nas revistas, jornais, e nos BBBs da vida.



Escrito por Rafaela Abreu às 13h29
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Ansiedade, entrevista Paulo Coelho e Diogo Mainardi

Sabem quando você sente que algo vai acontecer, mas não tem como reagir nem mudar nada? Uma angústia daquelas horríveis, que chega a doer no peito(que Emo isso)?

Pois é assim que eu me sinto nesse momento. Quando dá vontade de gritar eu recorro a Bossa. Peguei algumas músicas do João Gilberto, Tom e Vinícius para tocar no Media Player, até que a vontade de sair correndo desaparece, mas oscila, vai e volta como as ondas do mar. Outra coisa me anima também, conversar mesmo que seja papo-furado, como do tipo: “ você é bonita, vamos sair”... Eu já falei que gosto de nerds, tímidos e bobalhões, quanto mais bobos mais eu gosto, talvez seja porque eu sou uma completa boboca, mas a insistência é firme, e mais firme ainda são os meus gostos. Não teve um, somente um que não fosse do mesmo jeito, aliás, teve sim, mas era um bobo que me fazia rir o dia inteiro. Por que eu estou escrevendo isso? Sei lá, doideira total! Deve ser por causa dos dias e mais dias sem dormir bem, com essa mesma ansiedade que eu falava acima... Totalmente parada eu estou. Não tenho lido Machado, e parece que ele é a minha fonte, é eu ler que começam a brotar as frases palavras, e eu viro apenas uma intermediária de tudo isso. Sinto-me só sem tudo isso. Dia desses alguém intimo perguntou-me se estava apaixonada, a resposta foi obviamente não, mas não posso mentir estou completamente apaixonada pela minha profissão. Caramba isso pode parecer doido, mas estou fazendo por ela o que jamais pensei em fazer por alguém, em alguns instantes eu materializei um ofício, sim estou completamente doida, insanidade total.

Mudando de assunto porque já estou calmíssima, quase a ponto de levantar e ensaiar um sambinha... Essa semana estava lendo a VEJA apesar de odiar essa revistinha de quinta, eu tenho um sério problema, quanto mais gosto de algo mais eu leio, só para poder criticar. Isso me lembrou Diogo Mainardi. Já contei que o maior medo da minha mãe é que um dia eu  me torne um protótipo dele? Jesus, minha mãe já me proibiu de escrever para o jornalzinho do condomínio, até mesmo porque ela deve lembrar dos memoráveis tempos que escrevia um com os “amiguinhos” de prédio quando era pequena. Meu Deus, já aprontei muito e não tinha noção disso até pensar nisso agora. Então, voltando, essa semana o Diogo perdeu mais um processo judicial, e dessa vez para Paulo Henrique Amorim. Dizem que na próxima que aprontar ele vai preso. Eu admiro o Sr.Mainardi por ter a cara de pau de falar muita coisa que as pessoas não querem falar, é uma espécie de reflexo de mim mesma, mas não concordo com muitas atitudes antiéticas dele. Vejamos no que vai dar...

E outra é a entrevista de Paulo Coelho para a Playboy. Não consegui ler por completo, até porque não vou comprar a revista só para isso, mas uma das frases deste individuo foi  “Sou o maior intelectual do Brasil”, desculpem, mas vai se danar. Ele pode ser sim o maior escritor, em termos de vendagem e “famosidade”, mas não ensinou nada para ninguém além de seus pontos de macumba e seus contos estranhos. Garanto que teve muito intelectual  remexendo-se nos túmulos.

 

 

É isso. Estou esperando algumas coisinhas acontecerem e ver se trago novidade para as mais de 800 pessoas que leram esse Blog, apesar de saber que essa contagem é igual a do número de medalhas em Pequim pelos americanos... Sempre puxando sardinha para o seu lado, mudando a ordem de ouro e prata só para ficar por cima da carne seca.



Escrito por Rafaela Abreu às 20h01
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Enquanto eu acabo de ler o tal livro, com o qual farei a prometida análise de porque não restaram homens bons, eu me deparo com o programa “Sbt Repórter”. A temática do programa semanal era: Mulheres do século 21, mas precisamente sobre as “Amélias” de hoje em dia. Não teve como eu  não ter crises de riso com as entrevistas dos homens doidos, e das mulheres mais doidas ainda.

Os homens falando atrocidades do tipo: “Mulher boa é aquela que aceita a outra, a amante”. Tudo bem, vamos lá, eu sempre falo que isso é perfeitamente possível, mas aceitar assim, e ainda falava que a mulher tinha que passar a roupa para ele ir encontrar com a outra. Uma mulher falava que esperava ansiosa pelo outro dia que estava por vir, para arrumar a casa  - O que? Eu queria dormir, mas acabou que o programa virou um humorístico de melhor qualidade. Porém, uma coisa é certa, esse mundo está doido, e as pessoas não sabem mais o que fazer. As mulheres estão achando que são homens, e cometendo os mesmos erros que sempre criticamos no outro sexo. E os homens? Ah esses estão mais perdidos que cego em tiroteio. Também pudera, nós estamos tão loucas.  

Eu corri quando começou o programa, para ver junto com meu irmão e minha mãe. Logo, a gracinha começou: “Rafaela, eu vou te mandar para a escola de “Amélias”!”.

Sério?Justo eu? Essa semana eu descobri mais uma coisinha...Lembram que falei do meu problema na mão? Adivinhem? Alergia a produto de limpeza!Se antes eu não sabia fazer as coisas, agora eu não posso! Oh vida feliz! Que fique bem claro, eu não sei, mas eu faço, e eu sei cozinhar bem! Eu de fato não fui criada para ser a esposa ideal.Fui criada brincando com os meninos e as meninas, andando de carrinho de rolimã(escondida do meu pai, que não queria que tivéssemos uma marca no corpo), descia a rua de skate,de vez enquanto machucava alguém no basquete, mas sempre fui super feminina, do tipo que vive maquiada e arrumada. Minha mãe me criou da melhor forma possível. Sempre me disse - filha segue a tua vida, se forma,estuda, até mesmo porque conhecimento nunca é demais, e quando aparecer um bom homem, se case. Cuide dele, mas não vire escrava dele, muito menos empregada, até mesmo porque se perde o valor.  Então...Meio termo minha gente!

Onde vamos parar? Juro que eu quero saber!

 

 

Link do programa. Dá para ver algumas partes.


http://www.sbt.com.br/sbtreporter/videos.asp



Escrito por Rafaela Abreu às 19h00
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Concessão da TV Globo e entrevista na "Trip"

Lendo algumas matérias, eis que me deparo com uma “puta” entrevista. Simplesmente com o “cara” da TV, depois de Roberto Marinho.

Ainda estou com a “pulga atrás da orelha” por ser o mediador desta entrevista, Luciano Huck. Peraê? A entrevista traz a tona coisas que muita gente não sabe sobre a história da TV no Brasil, mas não foi nem 1/3 do que deveria ser, e quem faz a indicação é um funcionário da emissora?! Muito confuso. Se fosse no ano passado, eu diria que  foi uma espécie de campanha política para a concessão da Globo não ser cassada, já que um dos argumentos dos  “não a favor” da Globo, é que a emissora foi criada inconstitucionalmente. Mas só o fato de mostrar uma versão da história já vale.

Na verdade a TV Globo foi aberta por um processo fora da lei, com investimento estrangeiro, coisa proibida na época e ainda nos dias de hoje. Os verdadeiros donos da emissora carioca era o grupo Time-Life, que investiu mais de 6 milhões de dólares para criar a rede de emissoras que temos hoje, e que é dona de um monopólio de comunicação. Além da TV, o grupo da família Marinho é dona de uma rede de canais a cabo, e o Infoglobo (responsável pelas revistas e jornais do grupo, além do Globo.com).

Dizem que a verdadeira intenção do grupo Time era “educar” a população aos moldes americanos, para usar nos como aliados do “Tio Sam”.

A entrevista é longa, mas vale a pena cada segundo perdido!

 Entrevista páginas negras da  Trip: http://revistatrip.uol.com.br//169/negras/

 

 

Até mais

Rafaela



Escrito por Rafaela Abreu às 19h32
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Ser mulher é:

Desculpem o abandono desses dias calorentos do Rio de Janeiro. Sim estamos no inverno, mas parece que estamos em pleno verão que dá o título desta linda cidade “Rio quarenta graus”.

Enquanto as minhas mãos e articulações melhoram depois de um banquete em minha casa para Rio - Bahia, e meus músculos entenderem que agora farão RPG(Reposição Postural Global) toda semana, e amanhã vem acupuntura... Vocês ficam com essa crônica de ser mulher.

Ahh! E stou ao deleite com a coleção Bossa Nova da Folha de São Paulo. Andei Copacabana inteira para achar, mas valeu a pena cada passo e os milésimos de tempo que demorei a percorre los. Pulando ora no azulejo branco outrora no preto, fazendo zigue-zague pelas avenidas onde muitos movimentos iniciaram e os meus apenas perpetuam em um dia qualquer.

 

Ser mulher é:

 

Ser mulher é sempre estar preocupada consigo mesma e ao mesmo tempo com todo o mundo.
Se comer será que vai engordar?
Se não comer será que vai passar mal?
Se não estudou será que seu intelecto irá diminuir?
Se perguntar repetida vezes se os homens querem sua beleza ou inteligência?
Se for bela quererá a inteligência.
Se for inteligente pedirá beleza e mais inteligência.
Se cobrar sempre mais de si do que os homens.
Questionar o seu papel no mundo o tempo todo.
Ouvir música e pensar em alguém.
Suspirar volta e meia do nada pensando em alguém.
Querer causar quando chegar a um lugar, mas ao mesmo tempo querer ser discreta.
Ser chamada de bela, linda, mas nada adianta ser chamada por todos se não for chamada por aquele ser especial.
Esperar o amor mesmo que não seja o príncipe encantado. Mas que seja ao menos um sapo charmoso, galante, inteligente, cheiroso e se Deus ajudar com alguma situação financeira para poder levar-nos aos melhores lugares. Caso não seja possível, a soma é sempre melhor que a sibutração e a divisão é a dignificação de Deus.
Pronto, ser mulher é tudo isso.
Mas pode parecer complicado, porém é mais simples do que se imagina.
Basta deixar seus conceitos de macho para trás. Esconder o pudor, a moral e seus conceitos boçais.
Simples mesmo. É só se desprender de tudo aquilo que lhe foi ensinado para ser um homem.
E ser o que passa no seu coração. Seguir o seu extinto da alma.

 

 



Escrito por Rafaela Abreu às 21h24
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Novo CD Moptop e considerações sobre Hip-hop

Hoje ouvi pela primeira vez o segundo CD da banda de indie rock Moptop. Na verdade muitas das músicas já eram testadas nos show, mas algumas ganharam nova roupagem. Posso dizer que gosto demais do Moptop e vejo nos últimos anos uma mudança na sonoridade deles, o que muitos críticos chamaram de um “rock menos sujo”, ou seja, guitarras mais diretas e mais melódicas. E para alguns que não esquecem as influências dos rapazes cariocas, um som menos Strokes e Franz Ferdinand. Outra característica é ouvir algumas músicas antes cantadas em inglês, já que Gabriel Marques compõe na maioria das vezes na língua americana, agora na versão tupiniquim, coisa que me desagrada porque algumas músicas ficaram muito infantis traduzidas. O caso mais claro disso é a “ História para contar” que há pouco tempo ainda era cantada em inglês por Gabriel e cia.

A banda pretende com esse novo projeto cair nas graças do público, coisa que aconteceu mais no Rio de Janeiro, haja vista que os shows dos meninos lotavam as casas noturnas alternativas da cidade. Mas o Moptop caiu muito mais nas graças dos críticos musicais e da mídia do que do público em geral, por isso o grupo andou dando umas entrevistas dizendo que esse CD está mais pop e que pretende agradar um número maior de pessoas.

Boa sorte para os meninos, que apesar de eu gostar mais da sonoridade anterior, continua fazendo um bom trabalho e dando vontade de colocar  uma saia e ir dançar em um show deles mais próximo.

Para quem quer conhecer o trabalho dos garotos “indie rock” carioca:

http://www.myspace.com/moptopyeahrock

www.moptop.com.br

 

 

Sobre  Hip-hop...

Não podemos negar que a sonoridade do ritmo americano ao menos dá vontade de balançar os pés. É como o samba, por mais que você não goste sempre dá um friozinho no pé pedindo para ser sacudido. Ao menos é “ouvível” e para muita gente faz parte das nights ou das baladas. Confesso que não me desagrada ouvir algumas coisas, mas como para mim não existe música sem letra, pelo menos nesses casos, gosto de muitas vezes procurar as traduções ou tentar traduzir as composições. Em sua maioria são músicas que incentivam a discriminação racial, sexual, e sempre com apelo aos carrões, drogas, correntes e anéis gigantes de ouro com diamantes. Não é só com o Hip-hop que acontece esse fenômeno, não podemos esquecer que música é cultura e representa a realidade que aquelas pessoas vivem ou vêem. A maioria dos rappers são ex-detentos, antigos moradores do Brooklin que passaram por muitas coisas difíceis na vida. Então as músicas deles falam a sua verdade, assim como a Bossa nova canta a realidade dos burgueses da zona sul do Rio. Mas o que me encanta é quando alguém transcende isso e tenta ao menos tirar um sarro da situação. É o que acontece na música do famoso produtor musical e rapper Timberland. Na música The way I are um dos diálogos com a menina é “gosto de você do jeito que você é”. O clipe então é sensacional, faz toda aquela temática dos outros do estilo musical, cheio de carros, mulher com decote etc, porém lá está uma crítica construtiva ao modelo de vida americano e rappediano...

 
 
 
Yeah!... yeah!... lembra daquele tempo garota?... yeah! 
 
 
{Verso 1 - Timbaland} 
Eu não tenho dinheiro 
Eu não tenho carro pra te levar num encontro 
Eu nem posso te comprar flores 
Mas juntos nós podemos ser almas gemeas 
Fale pra mim garota... 
 
{Keri Hilson} 
(Oh) Baby, esta tudo bem, você não precisa ter posses pra mim 
Se nós irmos e estivermos juntos, você ainda pode estar em contato com meu amor, é de graça 
Nós podemos ficar sem mordomias apenas eu e você 
Vamos continuar até dar certo 
 
{Refrão} - Keri Hilson & (D.O.E) 
Baby se você se despir, você pode chegar ao topo 
Pois eu gosto de você do jeito que você é 
(Eu estou quase despido, e eu quero rapido 
Você pode me aguentar do jeito que eu sou?) 
Nós não precisamos das joias ou chaves de carros 
Garoto eu gosto de você do jeito que você é 
Deixe me ver você despir, você pode chegar ao topo 
Pois eu gosto de você do jeito que você é... 
 
{Verso 2 - Timbaland} 
Eu não tenho nenhum Visa(Cartão de Credito) 
Eu não tenho nenhum Red American Express(Cartão de Credito) 
Nós não podemos ir a nenhum lugar exótico 
Isso não importa pois eu sou o que te ama melhor 
Fale pra mim garota... 
 
{Keri Hilson} 
(Oh) Baby, esta tudo bem, você não precisa ter posses pra mim 
Se nós irmos e estivermos juntos, você ainda pode estar em contato com meu amor, é de graça 
Nós podemos ficar sem mordomias apenas eu e você 
Vamos continuar até dar certo 
 
{Refrão} - Keri Hilson & (D.O.E) 
Baby se você se despir, você pode chegar ao topo 
Pois eu gosto de você do jeito que você é 
(Eu estou quase despido, e eu quero rapido 
Você pode me aguentar do jeito que eu sou?) 
Nós não precisamos das joias ou chaves de carros 
Garoto eu gosto de você do jeito que você é 
Deixe me ver você despir, você pode chegar ao topo 
Pois eu gosto de você do jeito que você é... 
 
{Verso 3 - D.O.E.} 
Garota, Eu não tenho uma mansão eu tenho um qurto alugado 
Escute garota, Eu não tenho uma lancha mas posso flutuar seu barco 
Então me escute garota, quando você prova uma dose de D.O.E. você vai querer mais 
Então escute garota, quando eu sou nu que eu quero você lá, eu quero você lá, yeah. 
Clipe no Youtube http://www.youtube.com/watch?v=v_-1peCW6Ok
 
 Bessitos povo!
 


Escrito por Rafaela Abreu às 23h56
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Me adiciona no orkut

Durante  solenidade no Rio, o presidente Luís Inácio da Silva foi surpreendido por  alguns estudantes. E engana-se quem pensa em algum protesto relacionado com a assinatura do projeto que reconheceu a responsabilidade do Estado na destruição da sede da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União nacional dos estudantes secundaristas (Ubes). O prédio onde estavam sediadas as entidades estudantis foi incendiado durante a Ditadura Militar no ano de 1964, e demolido em 1980 durante governo de João Figueiredo. Os estudantes para chamar a atenção do atual presidente, mostravam cartazes com os seguintes dizeres: “Lula, sou seu fã” e “Lula me adiciona no Orkut”.

Texto: Rafaela Abreu

Fonte: Jornal Extra

 

Não consegui conter-me ao ler essa notícia. Gargalhadas contínuas por causa da brincadeira. Muito boa à idéia. Creio eu que foi apenas uma brincadeira, mas nos dias de hoje isso bem que pode ser verdade.



Escrito por Rafaela Abreu às 20h59
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Eu não queria estragar o post abaixo, mas como as pessoas continuam entrando nesse recinto sem identificar-se...

Caso queiram, podem comentar onde quiser, eu monitoro mesmo pelo Yahoo.

Vou postar algo, na verdade com muita vergonha.

E pelo amor de Deus, não me mandem e-mail falando que eu desmereço o dom que Deus me deu, já expliquei tim tim por tim tim.

Depois conto a  genuína aventura de uma carioca em terras da baixada fluminense.

Posso adiantar que andei pacas, fui parar na Grande Rio. Peguei cinco ônibus e um carro particular. Ah só mais uma coisinha, amo a Barra da Tijuca, o Recreio dos Bandeirantes, e prometo que nunca mais reclamarei dos meus bairrozinhos, pelo menos até eu esquecer dessa promessa.

E da promessa da análise do tal livro que é uma pesquisa sociológica do que as mulheres procuram nos homens, está por vir.

Só digo que o mundo está louco ou eu sou uma mulher muito feminina ou seria masculina?

É porque as mulheres estão confundindo tudo, ou melhor, estou me recuperando do porre do aniversário?

Ah! Eu sei usar bem paragráfos etc, mas preferi colocar assim para não ficar arrastando barra de rolagem o tempo todo.

E para quem quiser ler mais um pouco das coisas que escrevo http://recantodasletras.uol.com.br/autores/fabreu

Na verdade isso era para ficar com um "alter ego", mas quer saber? Não estou mais preocupada em mostrar-me.

Um dia quando amar de verdade...

Um dia quando amar de verdade quero ir a um lugar calmo.

Um verde campo . Com belas árvores, um grande lago e passarinhos a cantar sem parar.

Ao lado do meu amado curtir um piquenique no campo.

Com cestas e compotas.

Toalha Xadrez e carícias.

Beijos eternos quero dar-lhe até perder o ar.

E dentro da sua boca perder a noção de onde começa a minha e onde termina a sua.

Aconchegar-se entre meus seios.

Dar-lhe beijinhos em toda sua face.

Começando pela testa até chegar ao queixo, sem antes passar em sua boca.

Depois aconchegar-te entre minhas pernas.

Mexer em seus cabelos.

Fazer-lo cafuné, carinhos...

Até ter a louca vontade de voltar a tua boca.

Aí tu já sabes o começo e o fim



Escrito por Rafaela Abreu às 00h47
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